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Exemplar da Mixed-School Beer

Série Outubro 2020


É um exemplar do que chamamos de cervejas sazonais, ou seja, são cervejas que sugerem um clima apropriado, fresco e na época de colheita do outono, podendo incluir abóbora ou outras polpas e as especiarias associadas.


Uma cerveja condimentada que muitas vezes tem um corpo moderadamente cheio e um final ligeiramente aquecedor, sugerindo um bom acompanhamento para a temporada de frio de outono, e muitas vezes evocativa da tradição de Ação de Graças e do Dia das Bruxas americano.


O balanço geral é a chave para apresentar uma Sazonal Beer bem feita. Os ingredientes especiais devem complementar a cerveja base e não suprimi-la. Deve-se reconhecer que algumas combinações de estilos de cerveja base e ingredientes especiais funcionam bem juntos, enquanto outros não resultam em combinações harmoniosas. Se a cerveja base é um Estilo Clássico, o estilo original deve ser identificado através de aroma e sabor. Sempre que as especiarias, ervas ou fermentáveis adicionais estão declarados, cada um deles deve ser notória e distinguível à sua própria maneira.


Na nossa cerveja do mês, uma receita de porter, juntando os maltes escuros que trazem notas leves de chocolate, café e caramelo e mais adição de especiarias, trazendo um caráter de doce de abobora e chocolate para o café da manhã dos campeões! Entre os temperos estão: Cravo da Índia, Canela, Noz Moscada, Pimenta da Jamaica, Coentro e, principalmente, Pimenta Rosa. Divertido não?!

História: A abóbora é uma planta frutífera nativa da America do norte, sendo cultivada e encontrada em larga escala, tornando- se um dos principais ingredientes na culinária local e assim também para a cerveja.

Em substituição, pela falta de malte, a abóbora entrou na receita da cerveja por completo para fornecer todo o açúcar necessário para a fermentação, virando um adjunto somente após o início da importação e plantio da cevada.

Registros de receitas da Pumpkin Ale são datados desde 1771 e a cerveja alcançou seu auge em meados de 1840, sendo já nesta época feita com malte e abóbora. Sua popularização se deu por parte de um cocktail chamado “flip“, que leva em sua receita cerveja, rum e açúcar.

O renascimento do estilo veio em 1980 quando a Buffalo Bill’s Brewery resolveu recriar uma receita de George Washington, porém usando pedaços de torta de abóbora (ou doce) ao invés do fruto. Ainda hoje as cervejas remetem mais a um doce de abóbora do que ao fruto de fato, como deveria ser no início.

Ingredientes Característicos: Especiarias são necessárias, e muitas vezes incluem aquelas que evocam a colheita ou a estação de outono ou o dia de Ação de Graças nos EUA (por exemplo, pimenta da Jamaica, noz-moscada, canela, cravo, gengibre), mas qualquer combinação é possível e a criatividade é incentivada. Adjuntos saborosos são frequentemente utilizados (por exemplo, melaço, açúcar invertido, açúcar mascavo, mel, xarope de bordo, etc.). São utilizados a maioria das vezes vegetais do tipo cabaça (mais frequentemente abóbora).


Copos sugeridos: English Pint, Nonic, Tumbler, Shaker.




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Atualizado: 16 de Out de 2020

Exemplar da Escola Belga de Cerveja

Série Outubro 2020


Uma ale de estilo belga, complexa, efervescente, e forte, altamente atenuada e com características de notas frutadas e lupuladas com preferência aos compostos fenólicos.

Um casamento de sabores frutados, condimentados e de álcool com o apoio de um suave caráter de malte. Os ésteres são uma reminiscência de pêras, maçãs ou laranjas. Baixos a moderadamente baixos fenóis de caráter apimentado e picante. Um baixo a moderado caráter de lúpulo picante é muitas vezes presente.


As referências ao diabo são incluídas nos nomes de muitos exemplos comerciais deste estilo, referindo-se ao seu teor alcoólico potente e como um tributo ao exemplo original (Duvel).

Os melhores exemplos são complexos e delicados. Alta carbonatação ajuda a trazer para fora os muitos sabores e aumentar a percepção de um final seco. Tradicionalmente acondicionada em garrafa (ou refermentada na garrafa).

História: Originalmente desenvolvido pela cervejaria Moortgat após a Primeira Guerra Mundial como uma resposta à crescente popularidade das cervejas Pilsner.

Ingredientes Característicos: Maltes Pilsner com adjuntos açucarados substanciais. Lúpulos dos varietais Saaz ou Styrian Goldings são comumente usados. Leveduras de cepas belgas produtoras de ésteres de fruta, fenóis picantes e álcoois superiores são utilizados, muitas vezes com a ajuda de um pouco mais altas temperaturas de fermentação. Água muito mole. O uso de especiarias não é tradicional; se presente, deve apresentar apenas um caráter de fundo.


Comparação de Estilos: Ela se assemelha a uma Tripel, mas pode ser ainda mais clara, o corpo mais leve e ainda mais límpida, além de mais seca. O final mais seco e corpo mais leve também servem para fazer proeminente o assertivo caráter de lupulo e levedura. Tende a usar levedura que favorece o desenvolvimento de ésteres (principalmente frutas de semente) por sobre o condimentado no balanço.


Copos sugeridos: Tulip, Trapist, Bolleke, Stem e Goblet.



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Atualizado: 16 de Out de 2020

Exemplar da Escola Americana de Cerveja

Série Outubro 2020


Uma Pale Ale bastante forte, intensamente lupulada, sem o grande, rico e complexo maltado, dulçor residual e corpo de uma American Barleywine. Fortemente lupulada, mas limpa, seca e sem aspereza.


A drinkability é uma característica importante; isto é, não deve ser uma cerveja pesada, que se bebe sorvendo em pequenos goles.

Uma vitrine para os lúpulos, mas permanecendo com muita drinkability. O adjetivo "double" é arbitrário e significa simplesmente tratar-se de uma versão mais forte de uma IPA; "Imperial", "extra", "Extreme", ou qualquer outra variedade de adjetivos seria igualmente válida, embora o mercado americano moderno parece ter acordado momentaneamente pelo termo “Double”.

História: Uma inovação de cerveja artesanal americana desenvolvido pela primeira vez no final da década de 1990, refletindo a tendência dos cervejeiros artesanais americanos de "ultrapassar os limites" para satisfazer as necessidades dos aficionados por lúpulos e por produtos cada vez mais intensos. Tornou-se mais comum e popular em toda a década de 2000 a 2010, e inspirou ainda mais a criatividade das IPAs.

Ingredientes Característicos: A base de grãos é tipicamente de maltes de duas fileiras limpos; um excessivamente complexo grist pode ser pertubador. Os maltes tipo Cristal em regra ofuscam os aromas de lúpulo, e são, geralmente, considerados indesejáveis em quantidades significativas. Os açúcares ou outros adjuntos altamente fermentáveis são frequentemente utilizados para aumentar a atenuação, assim como descansos a temperaturas mais baixas durante a maceração. Pode ser utilizada uma complexa mescla de variedades de lúpulos, tipicamente americanos ou do Novo Mundo, quase sempre com perfis notáveis e agudos proporcionando distintivas diferenças. Os lúpulos modernos com características incomuns não estão fora do estilo. A levedura americana utilizada pode conferir um perfil limpo ou ligeiramente frutado.

Comparação de Estilos: Mais robusta do que qualquer English IPA ou American IPA na força de álcool e nível de lúpulos, em geral (amargor e final). Menos maltadas, menos corpo, menos riqueza, mas com uma maior intensidade de lúpulos, em geral, do que uma American Barleywine. Normalmente não tão elevada em níveis de álcool e densidade como uma Barleywine, já que um teor alcoólico e caráter maltado bem altos tendem a diminuir a drinkability.


Copos sugeridos: English Pint, Nonic, Tumbler, Shaker, Willybecher Americano.



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